Fonte : Gizmodo
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Curiosidade : catapulta gigante para lançar uma pessoa, requer um paraquedas para pousar...
que doidera é essa, o cara é lançado no ar e o único jeito de descer com segurança é usando um paraquedas?!
Fonte : Gizmodo
Fonte : Gizmodo
O que é Rich Internet Application (RIA) [Aplicação de Internet Rica]?
Aplicações de Internet Rica (RIA) são aplicações que possuem algumas características e funcionalidades das aplicações tradicionais desktop. As RIAs tipicamente proporcionam um visual onde não há necessidade de atualizar “no-refresh” assim proporcionando algo que atualmente é chamado de HduX - High Definition User eXperience | Alta definição da experiência do usuário.
Para os usuários finais as aplicações RIAs proporcionam o melhor da época cliente-servidor e da era Web, ainda mais para aplicações do gênero eBusiness, a adoção dessas tecnologias atualmente é imperativa, ou seja, deve ser utilizada para as próximas aplicações ou versões de softwares web.
Da perspectiva de desenvolvimento de software as aplicações RIAs seguem o padrão do modelo de software com controles ricos que incluem poderosas alternativas/meios de gerenciar os dados e a capacidade de disponibilizar conteúdo multimídia, com isso possibilitando um conjunto de informações ricas e com uma interface atrativa. Pela perspectiva do design, as aplicações RIAs possibilita uma alta capacidade de customizações, com o uso avançado de recursos como o CSS.
Hoje estamos na era Web 2.0, na imagem acima chamada de AJAX RIA, onde as principais tecnologias disponíveis no mercado que disputam ferozmente o mercado são:
- Adobe Flex
- Sun JavaFX
- Microsoft Silverlight
- OpenLaszlo ( inicialmente da Laszlo Systems )
O surgimento do RIA
A internet iniciou como um modelo para disponibilizar conteúdo estático com HTML. Com o surgimento deste possibilitou um meio para atender a necessidade de informações dinâmicas para aplicações de negócios, quanto ao dinamismo das informações foi possível graças ao Javascript, o qual foi criado com o propósito de tornar dinâmico o que foi inicialmente concebido para ser estático, com isso o surgimento do DHTML, HTML dinâmico.
Comentário: fato curioso, o Javascript ao que verifiquei na internet foi criado inicialmente pela falecida empresa Netscape por volta de 1995, o Javascript também é considerada a maior “gambiarra” da era da web, pois foi desenvolvido para tornar dinâmico o que foi criado com o propósito de ser estático, o HTML.
Entretanto a eminente necessidade de sistemas de negócios complexos apresentou novos desafios para a Web. Diferente de simples aplicações, os novos sistemas de negócios requeriam características que envolviam inúmeros passos. O que resultou em uma confusão para os usuários, de como e quais os passos necessários para realizar uma única transação, onde esta envolvia um longo procedimento, com inúmeros formulários e interfaces. Ainda mais a natureza de sincronização dessas aplicações acabavam diminuindo a performance e também a lentidão da atualização da tela.
Na junção da rede (popularização em outras palavras), o crescimento da rede, aumento das informações disponíveis, foi observado a necessidade de uma tecnologia que possibilitasse disponibilizar informações complexas de forma rápida de modo compreensível e de uso facilitado pelos usuários.
Então a tecnologia que surgiu para atender essa necessidade foi a RIA, que não apenas resolveu esses problemas, mas também revolucionou a era da usabilidade que havia nas aplicações desktop, incorporando características para atender as futuras necessidades das empresas, unindo o melhor das aplicações desktop, cliente-servidor e das aplicações web.
RIA : une o melhor do que havia nas aplicações desktop, cliente-servidor e das atuais aplicações web.
O que há de especial no RIA?
- RIA trabalha na web
Apesar do RIA apresentar uma nova face para os usuário web, ele mantém a capacidade de ser acessado facilmente de qualquer parte do planeta, como uma ótima alternativa.
- RIA apareceu – esqueça as atualizações de tela
As informações no RIA sempre aparecem para os usuários eliminando a necessidade de atualizações de página. Este simples detalhe torna as aplicações RIA um excelente atrativo. O popular dizer: "A tela pisca..." ou "A tela fica em branco, depois aparece".
- RIA reduz o tráfego de dados na rede
Como as aplicações RIA trabalham de modo assíncrono e muito do processamento é feito na própria máquina do cliente, com isto resulta na redução do tráfego de dados na rede, além de otimizar a performance da aplicação e melhorar a experiência de uso da mesma pelos seus respectivos usuários.
- RIA é rico
RIA possui a habilidade da web de apresentar informações complexas para seus usuários, porém adiciona algumas capacidades, como incorporar uma maior qualidade, riqueza de conteúdo e aprimorar a interatividade com o usuário.
As aplicações RIA suportam um conjunto rico de elementos visuais como imagens, gráficos, vídeos e outros, facilmente integrados com os elementos principais do núcleo da lógica de negócios, com isto disponibilizando uma rica interatividade e experiência para o usuário.
As aplicações RIA deram início a uma nova alternativa de disponibilizar conteúdo rico de maneira antes não era possível na web, principalmente quando pensamos em aplicações direcionadas a negócios.
- RIA é real
As aplicações RIA trabalham em tempo real disponibilizando serviços de negócios como softwares para conferências, algo do gênero tem sido muito utilizado na área de eLearning, também possibilitou o surgimento de diversos serviços conhecidos por “on-demand”.
As aplicações RIA possibilitaram a esses domínios de negócios, disponibilizar de forma muito e mais otimizada, seus aplicativos e soluções na web.
- RIA torna as coisas mais fáceis
As aplicações RIA ajudam o usuário a compreender e utilizar aplicativos de negócios complexos, reduzindo o numero de passos a ser realizados e mostrando uma grande quantidade de informações de forma integrada em uma interface, sem a necessidade de que o usuário tenha que ir a outra tela para ver mais informações.
A arquitetura RIA
O que distingue a arquitetura RIA da arquitetura geral da web é o mecanismo de renderização. As aplicações RIA usam mecanismos de renderização que trabalha de forma diferente nos usuários finais e atua como um mediador entre o usuário e o servidor.
No lado do servidor, muitas aplicações RIA incluem um componente no servidor para trabalhar como mecanismo de renderização através do processamento da lógica de negócios, em outras palavras fora o suporte inicial para enviar a interface para o cliente da aplicação, posteriormente a isto o servidor fica responsável apenas pelo processamento da lógica de negócio e não mais se encarrega de a toda requisição remonta a interface para os dados processados da lógica de negócio, este é um dos motivos da redução do trafego de dados, pois apenas serão enviados os dados processados e não mais toda a interface como resposta de cada requisição e processamento de uma rotina da lógica de negócio, como ocorre no modelo anterior às aplicações RIA.
Como um resultado disso, a arquitetura RIA é inovadora, oferecendo algumas vantagens:
- As informações são processadas no servidor e atualizadas de modo assíncrono na interface, conforme a necessidade do usuário.
- Algumas informações são armazenadas em cache, com isso elimina a necessidade de processamento no servidor para disponibilizar essas informações, com isto poupa recursos de processamento no servidor, além de reduzir o tempo no retorno do conteúdo solicitado.
- Como citado antes, devido a motivos como aqueles, as respostas das aplicações são muito mais rápidas.
Quanto a arquitetura do RIA veja também este meu post anterior que fala sobre a Sinopse de Aplicação RIA.
Benefícios do RIA
Para a rede e a Web, as aplicações RIA oferecem um framework único que possibilita um conjunto rico de características para agregar mais valor a. Segue alguns itens em que as aplicações RIA auxiliam os usuários:
- Aumento da produtividade
O desenvolvimento de aplicações RIA, são baseadas em um modelo de desenvolvimento tradicional de fácil aprendizado, fácil de ser seguido e de ser disponibilizado. Isto torna o desenvolvimento de aplicações RIA altamente produtivo.
- Baixo custo operacional e aprimoramento da performance
Desde que o framework RIA disponibilizou um processamento no lado do usuário final, isto reduziu a carga de processamento do servidor, além da redução do consumo de banda.
- RIA abriu novos caminhos para os negócios
As aplicações desenvolvidas para web, utilizam RIA para possibilitar inovações e novas aplicações para os negócios e um inteiro conjunto de servidor que podem ser utilizados para disponibilizar aplicações RIA.
- RIA possibilita mais transações
Desde que as aplicações RIA possibilitaram aos usuários a realização de múltiplas tarefas de maneira simples e intuitiva, através de uma única e interativa interface, isto resultou em um aumento das transações efetuadas pela aplicação. De certa forma isso também resulta em um aumento da produtividade da aplicação e do respectivo usuário que a utiliza.
- RIA retem clientes
A web adicionou valor aos atuais clientes apresentando o RIA como uma nova e aprimorada interface para a web, seguindo a linha de raciocínio, uma interface mais atrativa, agradável atrai e mantém os clientes/usuário.
- RIA ganha a corrida
Aplicações desenvolvidas para a web usando RIA, apresentam uma vantagem competitiva para tanto os clientes quanto para as aplicações de negócios, apesar da aplicação até ser/ter a mesma funcionalidade e utilidade de uma outra já existente na web, esta sendo rica, com uma usabilidade simples, fácil e uma melhor performance oferece uma vantagem/atrativo para quem a utiliza e esta são as vantagens e benefícios que o RIA tem a oferecer.
Fonte inicial do texto [link: webspiders], porém houve adaptações no texto e inclusão de alguns comentários a respeito dos itens descritos.
Para os usuários finais as aplicações RIAs proporcionam o melhor da época cliente-servidor e da era Web, ainda mais para aplicações do gênero eBusiness, a adoção dessas tecnologias atualmente é imperativa, ou seja, deve ser utilizada para as próximas aplicações ou versões de softwares web.
Da perspectiva de desenvolvimento de software as aplicações RIAs seguem o padrão do modelo de software com controles ricos que incluem poderosas alternativas/meios de gerenciar os dados e a capacidade de disponibilizar conteúdo multimídia, com isso possibilitando um conjunto de informações ricas e com uma interface atrativa. Pela perspectiva do design, as aplicações RIAs possibilita uma alta capacidade de customizações, com o uso avançado de recursos como o CSS.
Hoje estamos na era Web 2.0, na imagem acima chamada de AJAX RIA, onde as principais tecnologias disponíveis no mercado que disputam ferozmente o mercado são:- Adobe Flex
- Sun JavaFX
- Microsoft Silverlight
- OpenLaszlo ( inicialmente da Laszlo Systems )
O surgimento do RIA
A internet iniciou como um modelo para disponibilizar conteúdo estático com HTML. Com o surgimento deste possibilitou um meio para atender a necessidade de informações dinâmicas para aplicações de negócios, quanto ao dinamismo das informações foi possível graças ao Javascript, o qual foi criado com o propósito de tornar dinâmico o que foi inicialmente concebido para ser estático, com isso o surgimento do DHTML, HTML dinâmico.
Comentário: fato curioso, o Javascript ao que verifiquei na internet foi criado inicialmente pela falecida empresa Netscape por volta de 1995, o Javascript também é considerada a maior “gambiarra” da era da web, pois foi desenvolvido para tornar dinâmico o que foi criado com o propósito de ser estático, o HTML.
Entretanto a eminente necessidade de sistemas de negócios complexos apresentou novos desafios para a Web. Diferente de simples aplicações, os novos sistemas de negócios requeriam características que envolviam inúmeros passos. O que resultou em uma confusão para os usuários, de como e quais os passos necessários para realizar uma única transação, onde esta envolvia um longo procedimento, com inúmeros formulários e interfaces. Ainda mais a natureza de sincronização dessas aplicações acabavam diminuindo a performance e também a lentidão da atualização da tela.
Na junção da rede (popularização em outras palavras), o crescimento da rede, aumento das informações disponíveis, foi observado a necessidade de uma tecnologia que possibilitasse disponibilizar informações complexas de forma rápida de modo compreensível e de uso facilitado pelos usuários.
Então a tecnologia que surgiu para atender essa necessidade foi a RIA, que não apenas resolveu esses problemas, mas também revolucionou a era da usabilidade que havia nas aplicações desktop, incorporando características para atender as futuras necessidades das empresas, unindo o melhor das aplicações desktop, cliente-servidor e das aplicações web.
RIA : une o melhor do que havia nas aplicações desktop, cliente-servidor e das atuais aplicações web.
O que há de especial no RIA?
Apesar do RIA apresentar uma nova face para os usuário web, ele mantém a capacidade de ser acessado facilmente de qualquer parte do planeta, como uma ótima alternativa.
As informações no RIA sempre aparecem para os usuários eliminando a necessidade de atualizações de página. Este simples detalhe torna as aplicações RIA um excelente atrativo. O popular dizer: "A tela pisca..." ou "A tela fica em branco, depois aparece".
Como as aplicações RIA trabalham de modo assíncrono e muito do processamento é feito na própria máquina do cliente, com isto resulta na redução do tráfego de dados na rede, além de otimizar a performance da aplicação e melhorar a experiência de uso da mesma pelos seus respectivos usuários.
RIA possui a habilidade da web de apresentar informações complexas para seus usuários, porém adiciona algumas capacidades, como incorporar uma maior qualidade, riqueza de conteúdo e aprimorar a interatividade com o usuário.
As aplicações RIA suportam um conjunto rico de elementos visuais como imagens, gráficos, vídeos e outros, facilmente integrados com os elementos principais do núcleo da lógica de negócios, com isto disponibilizando uma rica interatividade e experiência para o usuário.
As aplicações RIA deram início a uma nova alternativa de disponibilizar conteúdo rico de maneira antes não era possível na web, principalmente quando pensamos em aplicações direcionadas a negócios.
As aplicações RIA trabalham em tempo real disponibilizando serviços de negócios como softwares para conferências, algo do gênero tem sido muito utilizado na área de eLearning, também possibilitou o surgimento de diversos serviços conhecidos por “on-demand”.
As aplicações RIA possibilitaram a esses domínios de negócios, disponibilizar de forma muito e mais otimizada, seus aplicativos e soluções na web.
As aplicações RIA ajudam o usuário a compreender e utilizar aplicativos de negócios complexos, reduzindo o numero de passos a ser realizados e mostrando uma grande quantidade de informações de forma integrada em uma interface, sem a necessidade de que o usuário tenha que ir a outra tela para ver mais informações.
A arquitetura RIA
O que distingue a arquitetura RIA da arquitetura geral da web é o mecanismo de renderização. As aplicações RIA usam mecanismos de renderização que trabalha de forma diferente nos usuários finais e atua como um mediador entre o usuário e o servidor.
No lado do servidor, muitas aplicações RIA incluem um componente no servidor para trabalhar como mecanismo de renderização através do processamento da lógica de negócios, em outras palavras fora o suporte inicial para enviar a interface para o cliente da aplicação, posteriormente a isto o servidor fica responsável apenas pelo processamento da lógica de negócio e não mais se encarrega de a toda requisição remonta a interface para os dados processados da lógica de negócio, este é um dos motivos da redução do trafego de dados, pois apenas serão enviados os dados processados e não mais toda a interface como resposta de cada requisição e processamento de uma rotina da lógica de negócio, como ocorre no modelo anterior às aplicações RIA.
Como um resultado disso, a arquitetura RIA é inovadora, oferecendo algumas vantagens:
Quanto a arquitetura do RIA veja também este meu post anterior que fala sobre a Sinopse de Aplicação RIA.
Benefícios do RIA
Para a rede e a Web, as aplicações RIA oferecem um framework único que possibilita um conjunto rico de características para agregar mais valor a. Segue alguns itens em que as aplicações RIA auxiliam os usuários:
O desenvolvimento de aplicações RIA, são baseadas em um modelo de desenvolvimento tradicional de fácil aprendizado, fácil de ser seguido e de ser disponibilizado. Isto torna o desenvolvimento de aplicações RIA altamente produtivo.
Desde que o framework RIA disponibilizou um processamento no lado do usuário final, isto reduziu a carga de processamento do servidor, além da redução do consumo de banda.
As aplicações desenvolvidas para web, utilizam RIA para possibilitar inovações e novas aplicações para os negócios e um inteiro conjunto de servidor que podem ser utilizados para disponibilizar aplicações RIA.
Desde que as aplicações RIA possibilitaram aos usuários a realização de múltiplas tarefas de maneira simples e intuitiva, através de uma única e interativa interface, isto resultou em um aumento das transações efetuadas pela aplicação. De certa forma isso também resulta em um aumento da produtividade da aplicação e do respectivo usuário que a utiliza.
A web adicionou valor aos atuais clientes apresentando o RIA como uma nova e aprimorada interface para a web, seguindo a linha de raciocínio, uma interface mais atrativa, agradável atrai e mantém os clientes/usuário.
Aplicações desenvolvidas para a web usando RIA, apresentam uma vantagem competitiva para tanto os clientes quanto para as aplicações de negócios, apesar da aplicação até ser/ter a mesma funcionalidade e utilidade de uma outra já existente na web, esta sendo rica, com uma usabilidade simples, fácil e uma melhor performance oferece uma vantagem/atrativo para quem a utiliza e esta são as vantagens e benefícios que o RIA tem a oferecer.
Fonte inicial do texto [link: webspiders], porém houve adaptações no texto e inclusão de alguns comentários a respeito dos itens descritos.
Lego : Halo : réplica rifle
como de costume alguém utilizando-se do Lego, construiu uma réplica de um rifle do jogo Halo...

mais fotos em TechEBlog

mais fotos em TechEBlog
Halo : fan desenhou no Master Chief no MS Paint
como o velho ditado diz: "tem louco para tudo nessa vida", haja paciência para desenhar no MS Paint...
Fonte : TechEBlog
Fonte : TechEBlog
Carro : Comercial : Honda Civic Hybrid
chega de fazer comercial, formal, convencional, hora de zuar e mudar =]
eis o resultado:
Fonte : TechEBlog
eis o resultado:
Fonte : TechEBlog
Reciclando a pirataria de CDs
primeiro um comentario nada a ver com o texto original da fonte, mas eis uma boa solução e digamos ecológica até para os CDs piratas, transforma-las em cadeiras como esta:

ps.: se bem que no link original, no texto diz que a cadeira é feita com cds em branco :|, bom mas no nosso caso (Brasil) a Receita Federal tem bastante matéria prima (pirata) para usar para confeccionar as cadeiras =]
Fonte : Gizmodo

ps.: se bem que no link original, no texto diz que a cadeira é feita com cds em branco :|, bom mas no nosso caso (Brasil) a Receita Federal tem bastante matéria prima (pirata) para usar para confeccionar as cadeiras =]
Fonte : Gizmodo
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Dica : tutorial : compreendendo o mapeamento inverso do Hiberante
um tutorial muito interessante disponível na internet, que tentar explicar o conceito do uso do mapemanto inverso no Hibernate : inverse="false" | inverse="true"
O atributo inverse define qual dos lados da associação terá a responsabilidade pela manutenção dos dados. O lado que tiver o valor : inverse="false" que é o valor padrão, tem esta responsabilidade (e irá criar a query SQL apropriada - inserção, atualização ou remoção ). As mudanças na associação feitas pelo lado que está com o atributo : inverse="true", não são persistidas no DB.
para maiores informações leia o tutorial : [link] (em inglês)
Fonte : DZone
O atributo inverse define qual dos lados da associação terá a responsabilidade pela manutenção dos dados. O lado que tiver o valor : inverse="false" que é o valor padrão, tem esta responsabilidade (e irá criar a query SQL apropriada - inserção, atualização ou remoção ). As mudanças na associação feitas pelo lado que está com o atributo : inverse="true", não são persistidas no DB.
para maiores informações leia o tutorial : [link] (em inglês)
Fonte : DZone
Faça você mesmo sua luz, ao estilo vaga-lume
do interessante mundo da químida aplicada nada como misturar alguns compostos e eis uma reação interessante, bom essa é algo que pode-lhe ser útil, indo acampar e precisa de um tipo de luz alternativa? segue a dica:
itens:
- Hidrogen Peroxide
- Soda
- uma garrafa pet (a princípio parece que o líquido não importa, mas qualquer coisa parecisa ser limonada...)
modo de preparo:
- esvazie a garrafa pet
- pegue um pouco de soda, mas bem pouco e coloque na garrafa
- agora adicione na garrafa 3 medidas do Hidrogen Peroxide
- só agitar e a luz aparece =]
veja o vídeo:
Fonte : Gizmodo
itens:
- Hidrogen Peroxide
- Soda
- uma garrafa pet (a princípio parece que o líquido não importa, mas qualquer coisa parecisa ser limonada...)
modo de preparo:
- esvazie a garrafa pet
- pegue um pouco de soda, mas bem pouco e coloque na garrafa
- agora adicione na garrafa 3 medidas do Hidrogen Peroxide
- só agitar e a luz aparece =]
veja o vídeo:
Fonte : Gizmodo
Novidade na linha de armazenamento StoreJet da Transcend, novo HDD de 160 GB

O produto possui uma boa aparência, feito em um case de alumíneo nas cores, cinza, prata, azul ou vermelho. Possui uma interface SATA para proporcionar traxas de transferencias de dados otimizadas a 480Mbits/s.
Com um pequeno tamanho de 2,5" como padrão. Este HDD vem em conjunto de um software da empresa Transcend chamado : Point to pount, com o qual promete uma velocidade superior a 1.5Gb/s, assim como também um outro programa OneTouch, que é uma solução completa para backups. Com conexão USB, o StoreJet de 160GB é compatível com o USB 2.0. Informações de data de inicio das vendas e preço ainda não estão disponíveis.
Fonte : Gizmodo
Novidade : Tela Multi-Touchscreen agora a venda
quem lembra de algum tempo atrás a apresentação de um tela multi-touchscreen [link], que fazia lembrar do filme Minority Report? então essa tecnolocia acabou tornando-se comercial, caso tenha interesse o produto já está a venda com preço inicial de U$ 100 mil...
Página do produto : [link]
Fonte : Gizmodo
Página do produto : [link]
Fonte : Gizmodo
Curiosidades Geek

Yoda o origame

O que fazer com um monte de latinhas de coca-cola?

Fonte : Geekstir
Conceito : futura moto Yamaha

segue um novo conceito de moto apresentado pela Yamaha, bem interessante, mais parece uma mistura de moto com quadriciclo...
Fonte : Gizmodo
domingo, 7 de outubro de 2007
Curiosidade : mão robótica para fazer "carinho" no seu bichano
hauhauhauhau, cada uma que se vê na internet, bom caso tu tenha um bichano mas não quer ficar muito tempo fazendo carinho no bicho, coloque uma mão robótica para fazer a tarefa, ela tem um sensor que detecta quando o bicho se mexe, reativando a mão...
Fonte : Gizmodo
Fonte : Gizmodo
Adobe Flex : trabalhando com dados XML
relambrando o post anterior, onde para a comunicação com a aplicação Java no servidor além do formato que sugeri de como enviar os parametros, também comentei que a maneira mais fácil de inicialmente de trabalhar com os dados para enviar para o Flex seria envia-los como sendo um XML, certo?
então relembrando que o retorno do mx:HTTPService foi definido o atributo result, que este chamaria a função onSuccess, onde nesta função ali eu faço um cast para XML, bom nesse caso tu jogaria o retorno fazendo um cast para uma variável do tipo XML, sendo esta acessível em outras partes da aplicação...
e para trabalhar com dados em XML no Adobe Flex tem esse [link], onde possui exemplos de código e algumas explicações da forma de trabalhar com dados em XML (site em inglês)
outros links úteis:
- Rodrigo Fraga - Flex - Leitor de RSS
- eGenial - Leitor de RSS [fonte]
então relembrando que o retorno do mx:HTTPService foi definido o atributo result, que este chamaria a função onSuccess, onde nesta função ali eu faço um cast para XML, bom nesse caso tu jogaria o retorno fazendo um cast para uma variável do tipo XML, sendo esta acessível em outras partes da aplicação...
e para trabalhar com dados em XML no Adobe Flex tem esse [link], onde possui exemplos de código e algumas explicações da forma de trabalhar com dados em XML (site em inglês)
outros links úteis:
- Rodrigo Fraga - Flex - Leitor de RSS
- eGenial - Leitor de RSS [fonte]
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